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Composições de harmonia rítmico-espacial

Insetoïda – Canção

Música dos pinheirais

Insetoïda – Canção é uma conversa com as cigarras da mediterrânea celebrada com os ritmos espacializados da harmonia rítmico-espacial, no poema de Fernando Pessoa. Insetoïda (2016) estreou no dia 31-01-2020 durante a “Noite das Ideias” das Alianças Francesas em Brasília. As percussões se respondam no espaço, dispostas ao redor dos espectadores.  Inicialmente em multicanal, a composição foi modificada para ser divulgada em 2 canais estéreo,  ouvir com headfones para perceber um pouco da construção espacial.
Margarita Chtereva, spalla e solista internacional da Orquestra Amazonas Filarmônica, gravou o solo de violino com Armando Mendes em dezembro de 2019 em Manaus.  Faleceu durante a pandemia de coronavírus, deixando seu incomparável fraseado e generosidade com saudades imensas.
Violino : Margarita Chtereva (31-03-2020)
Gravação de Margarita Chtereva : Armando Mendes
Redução do multicanal para estéreo, gravação, mixagem : Isabelle Sabrié

Samba do Carro

Balé Amazônico “ecológico-tecnológico”


Estreado em Manaus em 2015, no balé Floresta Multi Espacial para 7 apresentações públicas em multicanal (12 canais separados). Esta composição de harmonia rítmico-espacial é uma história do mundo florestal amazônico com humanos, megacidades e o drama da polução do ar.
Escutar com fones de ouvido para perceber um pouco da arquitetura espacial da obra.
Que esta música possa ajudar sentir porque o meio- ambiente é tão importante, e contribuir salvar vidas !

Prelúdio florestal

Andares ritmicos e misterios na floresta de Isabelle Sabrié

O Roxinol do Rio Negro é interpretado por Cleudilon Passarinho. Estreado em 2015, este curto prelúdio abriu o balé Floresta Multi Espacial, divulgado por 12 canais separados, dispostos de baixo, em cima e ao redor dos espectadores, no belíssimo auditório do Parque do Mindu, em plena Natureza.

Cenas da Amazônia

Sinfonia- balé para percussões e orquestra, composição de harmonia rítmico-espacial, studio demo (gravações realizadas pelo computador). A estreia é prevista para 2022, com as Percussões de Strasbourg, a orquestra Amazonas Filarmônica e o Corpo de Dança do Amazonas. Espacialização e orquestração aqui 🇬🇧

O incrível despertar da floresta Amazônica, ouvir com headphones para ter a dimensão espacial.

Um predador na floresta Amazônica, ouvir com headphones para ter a dimensão espacial.

Jazzmazonia (extrato)

Os ritmos da noite amazônica, uma floresta de sons animais, às vezes humanos, parecem uma gigantesca sinfonia que se espalha no espaço todo, no chão, no ar ou na água entre as árvores. Os bioinstrumentos do grupo Gaponga, intensamente vivos, são tão precisos que os animais respondem ! Nesta estéreo os relevos, as presenças sonoras e suas localizações traduzem a sensação espacial.  Em multicanal, sensações e emoções inéditas jorram das paredes e se respondem na sala toda, criando formas rítmicas misteriosas. Um dobre biomimetismo funda Jazzmazonia: seus timbres, e sua construção tempo-espaço pela harmonia rítmico-espacial. A “desordem organizada” de “tempi diferentes sobrepostos” que Messiaen descrevia para os cantos de pássaros, ganha aqui sua dimensão espacial.

Escutar com fones para perceber um pouco da espacialização. Esta gravação foi inteiramente realizada pelo computador, nenhum dos sons foi gravado na floresta. A estreia mundial era prevista para o Festival de Jazz do Amazonas de 2020, suspendido em razão da pandemia.