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Isabelle Sabrié

Compositora, escritora

contato@isabellesabrie.com

Hoje compositora, Isabelle Sabrié é a autora da harmonia rítmico-espacialuma harmonia biomimética que desenvolve equilíbrios espaço-temporais multipolares.

Inicialmente soprano solista, foi premiada no Placido Domingo Opera World Competition, e em vários concursos internacionais. Recebeu um Primeiro Prêmio de ópera do Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris, é diplomada em musicologia na Sorbonne-Paris IV, e foi internacionalmente convidada para cantar óperas, oratórios ou recitais. Interpretou papeis de soprano de primeiro plano, como a Rainha da Noite, Zerbinetta (Nice), até Médée ou Marguerite de Faust in 2018 no Festival Amazonas de Ópera. In memoriam Lili Boulanger, que ela gravou com Emile Naoumoff e Olivier Charlier continua divulgado pelas rádios clássicas internacionais.

Sua composição audiovisual Zon i Houé no tema da escravidão, animava o quadro do pintor beninense Julien Sinzogan pela sua voz ao vivo (com o apoio dos DICREAM-CNC, LAM-CNRS, PUCEMUSE studios, em 2005). In Memoriam 26 décembre 2004, seu oratório dedicado às vítimas do tsunami na Indonésia foi apresentado em Paris em 2007, na regência de Xavier Ricour.

Fascinada pelos sons da floresta Amazônica, mudou-se para Manaus-Amazonas-Brazil, onde reside desde 2008. Ela escuta a floresta com paixão, antes de criar suas primeiras composições espacializadas : sua ópera de música mista A Fada e o Girassol inspirou um filme de animação, estreiado na Ópera de Belém (Teatro da Paz, 2012), antes de seu balé Floresta Multi Espacial (7 representações em Manaus em 2015) ou Insetoïda (Brasilia, 2020). Em 2019, ela começa um trabalho com ritmos espacializados para músicas populares.

Três de suas composições orquestrais estrearam com a Amazonas Filarmônica na regência de Marcelo de Jesus, espacializadas na Ópera de Manaus: Vento na Árvore, para orquestra de cordas, em 2015, Viajar, canção para soprano e orquestra, em 2016, Jungle, o 3ro movimento de sua sinfonia-balé Cenas da Amazônia para percussões afro-brasileiras e orquestra, em 2024. Em 2021, uma primeira coreografia de harmonia rítmico-espacial de Valdo Malaq foi filmada, na sua curta composição Dança Vegetal, Carnaval Amazônico. As partituras de orquestra e coro de Flor da Selva (33mn), ópera de harmonia rítmico-espacial para artistas humanos, são disponíveis para os profissionais.

O filósofo francês Edgar Morin, padrinho intelectual da Harmonia Ritmico-Espacial citou ela no seu livro “Conhecimento, ignorância, mistério ». Biomimese e harmonia rítmico-espacial, artigo acadêmico, foi publicado no Brasil e na Espanha. É também autora do romance de antecipação L´arme d´amour (ed. Nicolas Philippe 2002) sobre as neurociências da não-violência, neuro-força e democracia. Foi Professora de Canto na Universidade do Estado do Amazonas até 2013, Assessora Artística Especial da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural até 2020. Ela é artista-expert do grupo Harmony with Nature da ONU.

Hoje ela se dedica à composição, às criações multidisciplinares tis como Multipolart, bem como às palestras artigos. Um livro a ser publicado em 2026, é dedicado à seus 18 anos de pesquisas, criações e reflexões, sobre a biofonia e o mundo humano do século 21, incluindo uma teoria musical da harmonia rítmico-espacial, seus equilíbrios espaço-temporais multipolares e sua expressividade espacial.